Você
sabia que nós temos um dínamo
no cérebro que gera energia
para todas as necessidades? Que tal
se eu lhe disser que podemos produzir
a energia que consegue as coisas?
A
Natureza age por finalidade. Isto
significa que tudo o que Ela cria,
produz, desenvolve é para atingir
um objetivo definido. Daí conclui-se
que o objetivo é o disparador
das reações químicas
no organismo para gerar a energia
de que precisamos para viver e para
conseguir resultados.
A
energia da vida tem recebido várias
denominações; como,
por exemplo, od , como a
chamou o barão Carl-Ludwig
Von Reichenberg (1788 - 1869); élan
vital, na terminologia de Henri
Bergion (1859 - 1941); libido,
como energia vital, de acordo com
as teorias de Sigmund Freud (1856
- 1939); energia psíquica,
segundo as teorias de Carl Gustav
Jung (1875 - 1961); energia do
orgônio, de acordo com
as teorias de Withelm Reich (1897
- 1957); prana, princípio
da vida, na teosofia; ch'i energia da vida (dos chineses).
Qualquer
interpretação ou nome
que se dê, o fato é que
somos energia condensada, como toda
matéria. E essa energia é
transformada para criar o ser e preservar
sua espécie. Pense em como
uma semente germina...
Somente
há poucas décadas, as
neurociências identificaram
em que região do cérebro
se localiza o dínamo que gera
toda a energia; é no sistema
límbico, formado por determinadas
estruturas bem no interior do cérebro
e que são as mais responsáveis
pelas emoções. Na verdade,
as emoções são
resultantes de transformações
químicas que geram energia.
O sistema límbico funciona
em íntima conexão com
o sistema glandular endócrino,
o que é formado pelas glândulas
que lançam substâncias
diretamente no sangue. Então,
é o conjunto formado pelo sistema
límbico mais o sistema glandular
que devemos ativar para conseguir
resultados. Este é, na verdade,
o sistema de autopreservação
e preservação da espécie
(SAPE).
Devemos
ter em mente que o sistema glandular
é o nosso sistema energético.
De
uma maneira bem simples, podemos dizer
que, como organismos vivos, estamos
sob o comando do sistema límbico,
para atingir objetivos.
Com
o desenvolvimento da inteligência
racional, descobrimos como colocar
no SAPE os nossos próprios
objetivos e fazer com que eles sejam
captados como se fossem objetivos
da Natureza que, então, usa
de todos os seus recursos para atingi-los.
Podemos imaginar a força que
tem este processo para obter resultados.
Mas
os objetivos, para serem admitidos
pelo SAPE precisam ser revestidos
de emoções, com fascínio,
arrebatamento, paixão, vibração,
encantamento e a isso demos o nome
de emotizar e, assim, dizemos
que os objetivos para serem incorporados
pelo SAPE precisam ser emotizados.
Os
objetivos emotizados têm a capacidade
de acionar o nosso sistema energético
e atrair energia do cosmos.
Artigo
extraído dos livros do Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do
Cérebro
Mentor da Emotologia |