Em todos os tempos, sempre se procurou explicar os fenômenos com os conhecimentos existentes, de acordo com as culturas, desde as tribos dos índios à tribo dos cientistas. Há sempre um reducionismo: a interpretação de fatos e fenômenos fica limitada ao âmbito de nossa inteligência no momento em que é feita. À medida que ampliamos nossa percepção, vamos caminhando para o terreno do infinitamente pequeno. Por isso mesmo, dizemos que a ciência é provisória, pois, à proporção que ampliamos nossos horizontes, a fronteira dos conhecimentos vai sendo empurrada para mais adiante.
Os anos 90 foram declarados a “Década do Cérebro” pelo congresso dos Estados Unidos, com incentivos do governo ao estudo desse órgão, o que gerou um verdadeiro “culto do cérebro”. Mas desde então os conhecimentos evoluíram e hoje já estamos estudando além do cérebro, pesquisando essa parte do organismo, que a fisiologia considera um órgão, como instrumento do qual fazemos uso pelas necessidades de preservação da espécie, por nossos desejos, por nossa vontade etc.
É muito bom que a fisiologia continue os estudos e pesquisas sobre o órgão cérebro, mas são de suprema importância os estudos desse órgão como instrumento que usamos para atos de inteligência, de criatividade, para organizar a mente, para manter a homeostase do organismo; enfim, para melhor qualidade de vida.
Os estudos e pesquisas de uso do cérebro para a mobilização das potencialidades humanas como elemento de auto-realização pertencem ao campo da Emotologia, que é definida como: um corpo de conhecimentos sistematizados, com base nas neurociências e na física quântica, que, adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos, são metódica e racionalmente formulados.
Artigo
extraído dos livros do Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do
Cérebro
Mentor da Emotologia |