Há cientistas que apontam o cérebro como a última fronteira da ciência, o que tem gerado o “culto do cérebro” e conseqüente ênfase nos estudos de neurociências; todavia, há um equívoco nessa abordagem, uma vez que a verdadeira última fronteira, um dos grandes mistérios da ciência são regiões do cérebro, especialmente o eixo hipotálamo/hipófise.
O hipotálamo, como parte do sistema límbico, já foi chamado por nós de “O Cérebro do Cérebro”, expressão essa que serviu de título a um livro de nossa autoria, publicado em 1985.
Realmente, é o hipotálamo, região bem do interior do cérebro, que recebe as informações, as energias, quer provindas do cosmos, quer geradas por nossas necessidades, por nossos desejos, decisões, estímulos recebidos etc. Dele partem os comandos para a glândula hipófise que ativará outras glândulas para que o ser cumpra sua destinação biológica de autopreservação e preservação da espécie. Nós vivemos sob o domínio dos hormônios.
Os hormônios comandam nossas energias geradas pelo dínamo que é o hipotálamo – energias que chamamos de emoção/entusiasmo – para que tenhamos impulsos de realização pela inteligência e criatividade.
O hipotálamo é que vai manter a harmonia dinâmica do organismo, a qual identificamos como saúde.
O grande segredo é pois sabermos como ativar o sistema hipotálamo/hipófise a fim de gerar energia para as nossas realizações.
O estudo da mobilização das potencialidades humanas como elemento de auto-realização é feito pela Emotologia, corpo de conhecimentos sistematizados que estão além da compreensão das neurociências.
Artigo
extraído dos livros do Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do
Cérebro
Mentor da Emotologia |