SE OS ALUNOS NÃO APRENDEM COMO VOCÊ ENSINA, POR QUE NÃO ENSINAR COMO ELES APRENDEM?
Uma turma não é um grupamento homogêneo; constitui, antes, um conjunto de perceptores individuais. Cada aluno tem seu estilo de aprendizagem, que surge em razão de vários fatores, tais como: sua predominância hemisférica, seu canal de percepção de preferência, sua escala de apelos sápicos (motivação).
As dificuldades de aprendizagem de alguns alunos podem ser divididas a que não estejamos respeitando seu estilo de aprendizagem. É preciso lembrar que cada aluno é ele mesmo seu ambiente: físico, cultural (hábitos, costumes, expectativas e etc. de sua comunidade) e psicológico. Nós podemos influir positivamente principalmente na parte psicológica. Avivar sempre o fato de que a inteligência depende inicialmente de três fatores: o genético, o berço (isto é, o ambiente em que a pessoa veio ao mundo) e a educação. É neste ultimo que nos entramos e “educação” significa “criar as condições para que os alunos revelem seu potencial e aprendam mais rápido e melhor”.
Com os inventários que produzimos estamos preparados para sanar tais dificuldades e, assim, evitar a maldita reprovação.
Hoje com os conhecimentos que possuímos a respeito do funcionamento do cérebro humano a reprovação torna-se uma aberração.
Nós, professores, existimos para conduzir o processo de aprendizagem de modo que os alunos aprendam e não que sejam reprovados ou fiquem para exames de 2ª época.
Quando detectamos o problema do aluno já temos metade da solução para oferecer-lhe.
Não vamos deixar que os alunos sejam reprovados! Como? Descobrindo seu estilo de aprendizagem e ensinando-lhes como estudar, como aprender conforme seu estilo.
Se o aluno participou no mínimo 75% das aulas não há por que ser reprovado, a não ser que a escola esteja falhando.
Como reprovar o aluno no pré-primário ou mesmo no primário se é a nós que cabe criar as condições para que ele aprenda?
Artigo
extraído dos livros do Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do
Cérebro
Mentor da Emotologia |