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Depoimento
"Tive um crescimento muito grande, isto se deve a toda a metodologia e com o conteúdo que foram apresentados.
Eu não tenho dúvidas que após este treinamento serei outra pessoa, pois vou me dedicar cada vez mais."
José Paulo Hack |
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Aprofunde seus conhecimentos sobre o potencial humano e como mobilizá-lo para atingir objetivos. |
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| Emotologia, Emotopedia e Superinteligência |
| A ciência que possibilita o desenvolvimento das potencialidades humanas |
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"Conhecer
a Emotologia, hoje, é
a possibilidade que cada um
tem de realmente mudar a dinâmica
de sua mente, de forma positiva,
clara e objetiva."
Suely Souza Lima
Terapeuta Comportamental e Life Coach, autora do livro “Educando a luz das Emoções” |
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| Breve histórico da Emotologia |
Narra-se aqui como surgiu o conceito de emotologia, sua razão de ser para suprir uma lacuna no campo dos conhecimentos científicos.
Em 1964, o Professor Luiz Machado, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), foi convidado para realizar estudos e pesquisas, na Universidade de Colúmbia, em Nova York, na categoria de visiting scholar (Professor/Pesquisador). Ali, começou a aprofundar seus estudos sobre inteligência e criatividade, pois já então tinha concebido os rudimentos de sua teoria, no campo da psicolingüística, de que a linguagem conceptual encerra todo o processo da inteligência e criatividade humanas.
À medida que seus estudos foram se desenvolvendo, tornou-se necessário ao pesquisador estudar o cérebro humano, principalmente do ponto de vista do que somos capazes de realizar com este órgão que, no caso, ele chamou de cérebro performático, o cérebro que realiza coisas, o cérebro sadio, pois as patologias e terapias pertencem a área da medicina e/ou da psicologia. Até então, o professor seguia a tendência predominante no meio científico naquele momento, de explicar os fenômenos da mente, do intelecto com base exclusivamente na lógica aristotélica. Mas, na trajetória de observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos, chegou às estruturas mais responsáveis pelas emoções, as quais são abrangidas pela expressão sistema límbico. “O termo sistema límbico deriva-se do conceito de um lobo límbico apresentado pelo anatomista francês Broca, em 1878. A palavra límbico refere-se a borda, margem, ou orla. Broca (Pronuncia-se /brocá/) usou o termo lobo límbico para designar o tecido cerebral que circunda o tronco cerebral e que fica abaixo do manto neocortical...”, como explica Robert L. Isaacson, em seu livro “The Limbic System”, Plenum Press.
Verificou o Prof. Machado, com base em estudos e pesquisas de neurocientistas, que essas estruturas estão diretamente envolvidas nos processos da inteligência, da criatividade, do comportamento e, mais tarde, encontrou respaldo na obra de outro brasileiro, o Dr. Marino Júnior: “Somente há algumas décadas se chegou à conclusão de que apenas o sistema límbico poderia preencher todos esses requisitos – o de substrato neural dos processos mentais – das emoções, do intelecto, da motivação, do aprendizado, da memória, do comportamento e muitas outras funções cerebrais do mais alto nível, que apresenta um elo essencial entre a mente e o corpo”. (No livro “Fisiologia das Emoções”, Sarvier, São Paulo).
Os cientistas não são unânimes quanto às estruturas que compõem o sistema límbico, mas há consenso quanto ao hipotálamo, hipocampo, amígdala e área septal. “A justificativa para esse grupamento é baseada no fato que o hipotálamo tem fortes interconexões com todas as outras regiões”, como diz Robert Isaacson, na obra anteriormente citada. E foi por isso mesmo que o Prof. Luiz Machado chamou essa estrutura de “o cérebro do cérebro”, em seu livro “O Cérebro do Cérebro”.
Por cerca de 20 anos, período que medeia entre sua estada na Universidade de Colúmbia e a apresentação da Emotologia, pela primeira vez no mundo, em congresso, em Estocolmo, Suécia, o Prof. Luiz Machado participou de muitos congressos, para apresentar contribuições científicas desenvolvidas nos Laboratórios de Idiomas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nos quais chefiava o Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade (PEDIC), tendo como objetivo principal o desenvolvimento de sistemas de ensino para criar as condições para os alunos aprenderem melhor e mais rápido.
Em 1984, em congresso, em Estocolmo, Suécia, o Prof. Luiz Machado apresentou a seus pares a tese de que a inteligência depende mais do sistema límbico que do intelecto, pois até então era admitido nos meios científicos que a inteligência era explicada unicamente pelo intelecto. Essa conclusão foi apresentada somente em 1984, depois do trabalho com mais de 20.000 alunos nos laboratórios de idiomas já mencionados, em cursos de idiomas por um sistema de aprendizagem acelerativa.
A tese considerou a inteligência como função do organismo para a preservação da espécie e estabeleceu o silogismo: como o sistema límbico é o mais responsável pela preservação da espécie e a inteligência é uma função do organismo com esse objetivo, logo, as estruturas que o compõem são as mais responsáveis pela inteligência.
O sistema límbico funciona em íntima conexão com a usina química do organismo, em especial com o sistema glandular endócrino. Com os estudos do sistema límbico produziu-se uma verdadeira revolução na compreensão dos processos cerebrais: foram descobertos novos fatores intracerebrais que parecem controlar não somente a função da hipófise e do sistema endócrino, mas também a atividade do próprio cérebro.
Tendo identificado o sistema límbico, funcionando em íntima conexão com o sistema glandular endócrino, como o conjunto mais responsável pela preservação da espécie, e as implicações que isso representa, o Prof. Luiz Machado cunhou, desde 1964, o acrônimo SAPE com a primeira letra de cada palavra de “sistema de autopreservação e preservação da espécie”. Somente as informações que penetram ali são capazes de provocar mudanças de comportamento e os comportamentos adaptativos representam os atos de inteligência. Muitos treinamentos para mudança de comportamento partem logo de comportamentos, mas, de acordo com a teoria do professor, é preciso penetrar nas estruturas do sistema límbico para gerar mudança de comportamento.
Sistemas existem para atingir resultados. Desenvolveu, então, o Prof. Luiz Machado o seguinte raciocínio: se o SAPE existe para atingir o objetivo maior da Natureza, que é preservar as espécies, se nós tornarmos comum ao SAPE os nossos próprios objetivos, de tal modo que ele os interprete como sendo os que deve atingir, na mesma categoria daqueles da Natureza, ele usará todas as energias para atingir nossos objetivos, como faz para garantir a preservação da espécie, pela preservação do indivíduo.
A pesquisa evoluiu então para quando o Homo sapiens ainda não fazia uso da linguagem conceptual. Sua comunicação, quer do indivíduo com seu SAPE, quer entre os membros do grupo, era realizada por imagens, símbolos, como atestam, por exemplo, as figuras rupestres, pois fixavam objetivos, principalmente os de caça, que representam alimentação, sobrevivência, nas paredes de rochedos. Evidentemente, não havia ali nenhuma preocupação artística, mas sim o de reforçar as imagens mentais dos resultados que queria conseguir. A linguagem conceptual é posterior às imagens mentais. No processo de evolução, a Natureza de nada se desfaz. Embora o ser humano use hoje a linguagem com palavras, somente as imagens mentais penetram o SAPE. Mas não são todas imagens mentais que chegam até lá; é preciso que elas mobilizem energias e isso só ocorre se forem capazes de acionar a usina química do organismo. E o Prof. Luiz Machado sentiu a necessidade da existência de um verbo para isso; criou então emotizar (de e(x), “para fora”; motus, “movimento” e o sufixo –izar, que indica “ação demorada”, pois forma verbos freqüentativos, de ação repetida.
Durante 20 anos, o pesquisador brasileiro trabalhou nos testes e comprovações de suas observações e só depois desse tempo considerou que poderia apresentar ao mundo científico o corpo de conhecimentos sistematizados com base nas neurociências e na física quântica, que, adquiridos via observação, identificação, pesquisa e explicação de determinados fenômenos e fatos, formulados metódica e racionalmente para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização. Ao conjunto desses conhecimentos deu o nome de emotologia, palavra híbrida formada do latim e(x) “para fora”, motus, “movimento” e o grego lógos, “tratado”, “descrição”. A emotologia veio preencher uma lacuna no universo dos conhecimentos. Não havia até então a sistematização de conhecimentos que poderia ser considerada a verdadeira ciência do ser humano. As ciências que mais se aproximam dessa condição, como a medicina e a psicologia, por exemplo, ocupam-se de patologias, de terapias, pertencem à área da saúde. A psicolingüística, ramo da lingüística que trata dos processos psicológicos envolvidos na linguagem conceptual, também não tem como objeto o estudo e aplicação de conhecimentos para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização.
*Do livro "A Revelação do Grande Segredo", de Gilberto de Souza (a ser lançado).
Saiba mais sobre o Diretor de Desenvolvimento da Cidade do Cérebro
e criador de diversos programas com base na Emotologia >> |
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| A Ciência do Ser Humano |
Inicialmente,
façamos algumas
considerações
sobre ciência. A
palavra vem do particípio
presente latino sciens,
do verbo scire, "saber".
Quando queremos ir na
essência do conhecimento
é sempre aconselhado
recorremos à etimologia
para aumentar nossa percepção;
assim, no caso de ciência,
a idéia é
mais voltada para o que
se sabe e como se sabe
que o objeto de estudo.
Na verdade, ninguém
sabe realmente o que é
ciência, assim como
também não
se define o que é
arte. Mas sabemos que
a ciência está
mais voltada para a maneira
como encaramos o conhecimento,
sem distorções,
sem quaisquer visões
que tentem modificar a
análise dos fatos,
procedendo com total isenção,
e não o tipo de
conhecimento em si. A
idéia errônea
de que ciência é
tudo aquilo que dá
estouro no laboratório
vem do tempo dos alquimistas
e é totalmente
ultrapassada.
A ciência procura
desvendar o oculto por
meio da atitude do pesquisador,
por procedimentos guiados
pelo espírito científico,
isto é, com rigor,
objetividade, sem preconceitos,
sem tendenciosidade, com
fundamentos metodológicos
precisos.
Em relação
à emotologia, comecemos
pela origem da palavra:
do latim e (x), "fora",
"para fora",
motio, "ação
de mover" e o pospositivo
grego –logia, de
lógos, "tratado",
"estudo de",
mais o sufixo –ia,
que forma nomes de ciências.
A palavra emotologia é
um hibridismo, formada
de elementos latinos e
(x), motio e outro grego
lógos, da mesma
forma que a palavra sociologia,
do latim socius, "companheiro"
e lógos, criada
por Auguste Comte para
indicar o estudo científico
da organização
e do funcionamento das
sociedades humanas e das
leis fundamentais que
regem as relações
sociais, as instituições
etc.
A emotologia é
um corpo de conhecimentos
sistematizados com base
em elementos das neurociências
e da física quântica,
que, adquiridos via observação
direta, identificação,
descrição,
investigação
experimental, pesquisa
e explicação
teórica de determinadas
categorias de fenômenos
e fatos, são metódica
e racionalmente formulados
para promover o desenvolvimento
das potencialidades humanas
como elemento de autopreservação.
Esse é o conceito
de emotologia. Conceito
é uma síntese
de uma noção
a que se chegou pelo estudo,
pela reflexão,
pela experiência.
Prefere-se conceito à
definição,
pois esta última
palavra implica contornos
bem delineados, com limites
bem definidos daquilo
que se quer explicar,
o que não se consegue
com o rigor exigido no
campo das ciências.
Vamos analisar o conceito:
um corpo de conhecimentos
sistematizados. Muitos
dos conhecimentos abrangidos
pela emotologia encontravam-se
esparsamente distribuídos
em outros campos do saber
humano e aqui nós
os reunimos para dar-lhes
consistência e destaque
tal a sua relevância
para as pessoas; com base
em elementos das neurociências
e da física quântica.
A neurociência (esta
palavra também
é usada no plural:
neurociências) indica
qualquer ciência
que se refere ao sistema
nervoso; física
quântica, ciência
que investiga as leis
do universo no que se
refere às partículas
extremamente pequenas
ou no que diz respeito
à energia; adquiridos
via observação
direta. A observação
direta é um método
científico. O que
faz um conhecimento ser
científico não
é a sua natureza
e, sim, a maneira como
é estudado e apresentado.
A identificação
é o ato ou efeito
de conhecer, de reconhecer,
de distinguir os traços
característicos
de alguma coisa, no caso,
para poder estudá-los
com rigor; descrição:
depois de observados fenômenos
e fatos vem a descrição,
que consiste numa representação
do que foi verificado;
investigação
experimental que consiste
no fato de as mesmas causas
produzirem os mesmos tipos
de efeitos, podendo o
ato ser repetido. A emotologia
tem leis e efeitos; pesquisa
é um conjunto de
atividades que têm
por finalidade a descoberta
de novos conhecimentos
no domínio científico,
literário, artístico
etc.; explicação
de determinadas categorias
de fenômenos e fatos
indica o ato de tornar
claro aos outros o resultado
da observação,
identificação
e conclusões destacando
as características
comuns para melhor compreendê-los;
são metódica
e racionalmente formulados
indica que o método
científico, com
racionalidade, isto é,
comparados os dados e
informações,
deduziram-se conseqüências
e foram enunciados de
forma precisa conforme
os estudos; para promover
o desenvolvimento das
potencialidades humanas
como elemento de auto-realização
– aqui está
a grande razão
de ser da emotologia pois
a auto-realização
é o maior fator
de motivação
para que o ser humano
cumpra sua destinação
biológica e a Natureza
persiga sua maior finalidade:
a preservação
da espécie. Esse
é o objeto da Emotologia.
Prof. Luiz Machado, Ph.D.
Saiba mais sobre o criador da Emotologia e fundador da Cidade do Cérebro >> |
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| Outros
pilares da Emotologia
podem ser encontrados em: |
- Eduard
Von Hartmann (1842-1906) que publicou
em 1869, a primeira edição
de seu livro “A Filosofia
do Inconsciente” (no original:
"Phylosophie des Unbewussten”).
Essa obra tem merecido várias
edições e reimpressões,
sendo a nossa cópia da
12ª edição,
de 1923. É um alentado
estudo, em três volumes,
sobre o inconsciente, que certamente
inspirou Sigmund Freud em sua
teoria.
- Jean Martin Charcot (1825-1893),
“o grande Charcot”
da Medicina, com quem Freud estudou
em Paris, é autor, entre
outros trabalhos, do livro “A
Fé que Cura” (no
original “La Foi qui quérit”).
- Charles Richet (1850-1935), fisiologista
francês que também
se interessava pela parapsicologia,
Prêmio Nobel em 1913, que
escreveu, além de livros
sobre sua especialidade, obras
como “A Inteligência
e o Homem” (no original:
"L’Intelligence et
L’Homme”, “Tratado
de Metapsíquica" (no
original: “Traité
de Métapsychique”),
“Nosso Sexto Sentido"
(no original: “Notre Sixième
Sens”).
- Alfred
Korzybski (1879-1950), com seu
livro “Ciência e Sanidade:
Introdução a Sistemas
Não-Aristotélicos
e Semântica Geral”,
de 1933, que, certamente, inspirou
os autores da Programação
Neurolingüística (PNL)
onde se lê, por exemplo,
a frase que encerra um dos princípios
da PNL: a saber, “o mapa
não é o território”,
no original: “a map is not
the territory it represents”
(página 50, da sexta impressão,
do livro de Korzybski).
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| Emotopedia |
| Com a Emotopedia ensina-se melhor e mais rápido |
Como
não existia um termo
que expressasse o novo conceito
de ensinar mobilizando
as potencialidades das pessoas,
aproveitando recursos cerebrais
normalmente não usados,
criamos o termo Emotopedia,
com base na Emotologia mais
o elemento grego paideía,
“educação”. |
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A
Emotopedia surgiu para atender
necessidades de nossa época
em que as pessoas precisam aprender
a aprender, aprender a gostar
de aprender, aprender a aprender
rápido, aprender inteligência
e criatividade, e aprender o
valor econômico do que
aprendem, maximizando recursos. |
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A
Emotopedia é a aplicação,
no processo ensino/aprendizagem,
do conjunto organizado de conhecimentos
para promover a mobilização
das potencialidades humanas
como elemento de auto-realização.
A busca da auto-realização
é o mais elevado fator
de motivação do
ser humano. |
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A
nova metodologia representada
pela Emotopedia volta-se para
efetivos resultados, em que
jovens e adultos podem conciliar
seus objetivos pessoais com
os objetivos da escola, da empresa
e de outras organizações
a que pertençam.
Em relação a crianças,
os pais podem aprender com a
Emotologia e a Emotopedia como
agir para desenvolver-lhes as
potencialidades. |
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A
Emotopedia toca nos significados
das pessoas e a partir daí
é que se constróem
as sessões de aprendizagem,
quer na escola, quer nos lares
dos alunos, onde os pais podem
contribuir para o sucesso de
seus filhos com os conhecimentos
que tiverem de como fazê-lo,
com base na Emotologia. |
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Nas
empresas e outras organizações,
a área de recursos
humanos pode adotar
esta metodologia, com a certeza
de melhor qualidade da aprendizagem
e a redução do
tempo de treinamento em 30 a
40%. |
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A
Emotologia fornece elementos
à área de recursos
humanos para conduzir o processo
de mudança nas organizações,
dentro do princípio de
que ninguém administra
senão gente. |
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Não
diremos que se trata de uma
metodologia revolucionária,
porque esta é uma palavra
muito forte. Mas, realmente,
apresentamos resultados surpreendentes
em decorrência, de estudos
e pesquisas, realizados pelo
Prof. Luiz Machado durante 25
anos, nos Laboratórios
de Idiomas da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro (UERJ),
dos mais de 40 anos em que foi
professor naquela universidade
estadual.
A Universidade do Estado do
Rio de Janeiro (UERJ) é
a contrapartida, no Rio de Janeiro,
de universidades como a USP
e a UNICAMP, em São Paulo. |
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Com
a Emotopedia, os pais podem,
principalmente com sua atitude,
promover o desenvolvimento da
inteligência e da criatividade
de seus filhos, o que, certamente,
vai levá-los a obter
melhores notas na escola e a
melhor preparação
para entrar na universidade
ou desenvolver seus estudos
acadêmicos. |
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A
Emotopedia embasa a inteligência
emocional, conceito
extraído da teoria, apresentada,
em 1984, em congresso, na Suécia,
pelo Prof. Luiz Machado, de
que a inteligência depende
mais do sistema límbico
– estruturas do cérebro
mais responsáveis pelas
emoções –,
que do intelecto. |
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Com
base na Emotopedia chega-se
à aprendizagem
acelerativa, conjunto
de medidas para criar as condições
para que os alunos aprendem
melhor e mais rápido,
usando os recursos da aprendizagem
relacional significativa. A
mente se alimenta de relações
– a base de todo processo
de inteligência e criatividade,
e, quando essas relações
tocam naquilo que levam as pessoas
à realização,
temos a aprendizagem SIGNIFICATIVA. |
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| • Aprender a aprender, aprender a gostar de aprender, aprender a aprender melhor e mais rápido, aprender o valor econômico do que aprende; |
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| PARA PAIS E PROFESSORES |
Contrate nossas palestras e seminários de Emotologia, com conteúdo customizado para as necessidades da sua escola, instituição ou comunidade. |
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| Superinteligência |
| Descubra como despertá-la |
Desde
o surgimento dos testes mentais, no
início do século XX,
com destaque para aqueles que supostamente
mediam a inteligência, os chamados
testes de Q.I. (quociente de inteligência
ou quociente intelectual), foi despertado
nas pessoas o interesse pelas potencialidades
humanas, mas nada se fazia para desenvolvê-las.
Havia,
na época, uma crença
de que a inteligência era inata,
hereditária, e que não
se podia ensinar uma pessoa a ser
inteligente. Essa idéia errônea
permaneceu por muito tempo e ainda
hoje há quem pense assim por
total desinformação
ou por interesses inconfessáveis.
Não nos esqueçamos de
que, em muitos casos, o assunto inteligência
tem tido um tratamento mais político
que científico.
Após
ter firmado as bases da inteligência
emocional, o Prof. Luiz Machado, dando
prosseguimento aos seus estudos e
pesquisas, apresenta agora o conceito
de SUPERINTELIGÊNCIA, como resultado da ampliação
dos estudos sobre o intelecto, combinados
com os da Grande Inteligência,
como está relatada em seu livro
“O Cérebro do Cérebro”,
de 1985. |
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A
Superinteligência surge
como resultado da mobilização
da inteligência própria
de cada hemisfério cerebral,
sendo o esquerdo o da inteligência
racional (do intelecto) e o direito,
muito mais abrangente, ligado
à Grande Inteligência
e às artes, especialmente
sensível à música. |
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A
Superinteligência surge como evolução
dos estudos da inteligência do
intelecto e a do SAPE, envolvidos nesse
processo os dois hemisférios
cerebrais cada qual com suas funções
específicas.
A inteligência
do intelecto em si já é
resultado da evolução
humana para atender a necessidades
do SAPE, de modo que, quando desenvolvemos
a Grande Inteligência já
estamos desenvolvendo também
a Pequena Inteligência, a do
intelecto, além dos procedimentos,
atividades e exercícios próprios
para isso. No processo de busca
pela Superinteligência, todos
os meios mencionados no parágrafo
anterior são usados, inclusive
os recursos da música, pela
primeira vez no mundo com esse propósito. |
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| A
Superinteligência não é
algo que se tenha pronta, é,
antes, uma busca constante pela certeza
de que se pode exercitá-la e
aplicá-la na vida pessoal e profissional. |
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|
Superinteligência
Prof. Luiz Machado
Esta
obra é uma forma abreviada
do amplo Programa de Superinteligência,
que é ministrado na Cidade
do Cérebro, após 41 anos
de estudos e pesquisas,
iniciados em 1964, ano
em que o autor foi professor/pesquisador
da Universidade da Colúmbia,
Nova York.
Este livro foi preparado
para ser, ele próprio,
pela forma como é redigido
e diagramado, a mensagem
transmitida ao cérebro
de desenvolvimento da
inteligência e da criatividade.
Saiba
como adquirir esta e outras
obras do Prof. Luiz Machado >> |
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| BIBLIOTECA VIRTUAL |
E-book "A Única Saída - Emotologia no Ensino" disponível gratuitamente.
Compartilhar conhecimento, um compromisso da Cidade do Cérebro.
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A Revelação do Grande Segredo
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