Cidade do Cérebro - Criatividade, Inteligência e Emotologia - Centro de estudos e pesquisas sobre o cérebro com a finaliade de desenvolver novos métodos de ensino compatíveis com as descobertas mais recentes relativas ao funcionamento desse órgão
Como Mobilizar as Potencialidades Humanas para Atingir Objetivos - A base científica
Prof. Luiz Machado, Ph.D.
 
Telefone

21 3592-5047

 

Depoimentos


Josiane Henriques - Personal English Teacher - Student of  MA in Applied Linguistics - Aston University, UK

"A Universidade de Aston na Inglaterra ofereceu 6 bolsas de estudos para os candidatos da África e América Latina ... As técnicas ensinadas levaram-me a alcançar meu maior desafio e grande sonho que foi obter uma bolsa de estudos... Aplicar a Emotologia é redescobrir-se, nascendo de novo para uma vida mais feliz, mais saudável, de sucesso e realizações em todas as áreas... "

Josiane Henriques   
Personal English Teacher
Student of MA in Applied Linguistics
Aston University, UK

SAIBA MAIS >>
 

Mensagens

Mensagens para download

Mensagens da Cidade do Cérebro®

Descubra como fazer o download das mensagens da Cidade do Cérebro®
SAIBA MAIS >>
 


Newsletter


O Segredo da Inteligência
Ganhe o e-book:
"O Segredo da Inteligência"

Cadastrando-se gratuitamente na
newsletter da Cidade do Cérebro®
e passe a receber periodicamente os artigos do Prof. Luiz Machado.
SAIBA MAIS >>
 


Indique-nos


Você pode Ativar sua Inteligência

Ganhe o e-book:
"Você pode ativar sua Inteligência"


Indicando seus amigos e colaboradores para conhecerem o site da Cidade do Cérebro®
SAIBA MAIS >>
 
 

Biblioteca Virtual



Conheça os livros do Prof. Luiz Machado e DVDs que irão aprofundar seus conhecimentos sobre o potencial humano e como mobilizá-lo para atingir objetivos.
 


SALVAR NOS FAVORITOS
 
COMO PÁGINA PRINCIPAL

Desenvolvido por Design Inteligente
©Cidade do Cérebro 2008


Marketing by

Negócios de Valor
 
Adicionar aos Favoritos  
 
Emotologia, Emotopedia e Superinteligência
A Emotologia no Rol das Neurociências
 
A ciência que possibilita o desenvolvimento das potencialidades humanas
Suley Souza Lima - Terapeuta Comportamental e Life Coach "Conhecer a Emotologia, hoje, é a possibilidade que cada um tem de realmente mudar a dinâmica de sua mente, de forma positiva, clara e objetiva."
Suely Souza Lima
Terapeuta Comportamental e Life Coach, autora do livro “Educando à luz das Emoções”
 
Breve histórico da Emotologia
Como surgiu o conceito de emotologia, sua razão de ser para suprir
uma lacuna no campo dos conhecimentos científicos.
 

Em 1964, o Professor Luiz Machado, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), foi convidado para realizar estudos e pesquisas, na Universidade de Colúmbia, em Nova York, na categoria de visiting scholar (Professor/Pesquisador). Ali, começou a aprofundar seus estudos sobre inteligência e criatividade, pois já então tinha concebido os rudimentos de sua teoria, no campo da psicolingüística, de que a linguagem conceptual encerra todo o processo da inteligência e criatividade humanas.

À medida que seus estudos foram se desenvolvendo, tornou-se necessário ao pesquisador estudar o cérebro humano, principalmente do ponto de vista do que somos capazes de realizar com este órgão que, no caso, ele chamou de cérebro performático, o cérebro que realiza coisas, o cérebro sadio, pois as patologias e terapias pertencem a área da medicina e/ou da psicologia. Até então, o professor seguia a tendência predominante no meio científico naquele momento, de explicar os fenômenos da mente, do intelecto com base exclusivamente na lógica aristotélica. Mas, na trajetória de observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos, chegou às estruturas mais responsáveis pelas emoções, as quais são abrangidas pela expressão sistema límbico. “O termo sistema límbico deriva-se do conceito de um lobo límbico apresentado pelo anatomista francês Broca, em 1878. A palavra límbico refere-se a borda, margem, ou orla. Broca (Pronuncia-se /bro/) usou o termo lobo límbico para designar o tecido cerebral que circunda o tronco cerebral e que fica abaixo do manto neocortical...”, como explica Robert L. Isaacson, em seu livro “The Limbic System”, Plenum Press.

Verificou o Prof. Machado, com base em estudos e pesquisas de neurocientistas, que essas estruturas estão diretamente envolvidas nos processos da inteligência, da criatividade, do comportamento e, mais tarde, encontrou respaldo na obra de outro brasileiro, o Dr. Marino Júnior: “Somente há algumas décadas se chegou à conclusão de que apenas o sistema límbico poderia preencher todos esses requisitos – o de substrato neural dos processos mentais – das emoções, do intelecto, da motivação, do aprendizado, da memória, do comportamento e muitas outras funções cerebrais do mais alto nível, que apresenta um elo essencial entre a mente e o corpo”. (No livro “Fisiologia das Emoções”, Sarvier, São Paulo).

Os cientistas não são unânimes quanto às estruturas que compõem o sistema límbico, mas há consenso quanto ao hipotálamo, hipocampo, amígdala e área septal. “A justificativa para esse grupamento é baseada no fato que o hipotálamo tem fortes interconexões com todas as outras regiões”, como diz Robert Isaacson, na obra anteriormente citada. E foi por isso mesmo que o Prof. Luiz Machado chamou essa estrutura de “o cérebro do cérebro”, em seu livro “O Cérebro do Cérebro”.

Por cerca de 20 anos, período que medeia entre sua estada na Universidade de Colúmbia e a apresentação da Emotologia, pela primeira vez no mundo, em congresso, em Estocolmo, Suécia, o Prof. Luiz Machado participou de muitos congressos, para apresentar contribuições científicas desenvolvidas nos Laboratórios de Idiomas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nos quais chefiava o Programa Especial de Desenvolvimento da Inteligência e da Criatividade (PEDIC), tendo como objetivo principal o desenvolvimento de sistemas de ensino para criar as condições para os alunos aprenderem melhor e mais rápido.

Em 1984, em congresso, em Estocolmo, Suécia, o Prof. Luiz Machado apresentou a seus pares a tese de que a  inteligência depende mais do sistema límbico que do intelecto, pois até então era admitido nos meios científicos que a inteligência era explicada unicamente pelo intelecto. Essa conclusão foi apresentada somente em 1984, depois do trabalho com mais de 20.000 alunos nos laboratórios de idiomas já mencionados, em cursos de idiomas por um sistema de aprendizagem acelerativa.

A tese considerou a inteligência como função do organismo para a preservação da espécie e estabeleceu o silogismo: como o sistema límbico é o mais responsável pela preservação da espécie e a inteligência é uma função do organismo com esse objetivo, logo, as estruturas que o compõem são as mais responsáveis pela inteligência.

O sistema límbico funciona em íntima conexão com a usina química do organismo, em especial com o sistema glandular endócrino. Com os estudos do sistema límbico produziu-se uma verdadeira revolução na compreensão dos processos cerebrais: foram descobertos novos fatores intracerebrais que parecem controlar não somente a função da hipófise e do sistema endócrino, mas também a atividade do próprio cérebro.

Tendo identificado o sistema límbico, funcionando em íntima conexão com o sistema glandular endócrino, como o conjunto mais responsável pela preservação da espécie, e as implicações que isso representa, o Prof. Luiz Machado cunhou, desde 1964, o acrônimo SAPE com a primeira letra de cada palavra de “sistema de autopreservação e preservação da espécie”. Somente as informações que penetram ali são capazes de provocar mudanças de comportamento e os comportamentos adaptativos representam os atos de inteligência. Muitos treinamentos para mudança de comportamento partem  logo de comportamentos, mas, de acordo com a teoria do professor, é preciso penetrar nas estruturas do sistema límbico para gerar mudança de comportamento.

Sistemas existem para atingir resultados. Desenvolveu, então, o Prof. Luiz Machado o seguinte raciocínio: se o SAPE existe para atingir o objetivo maior da Natureza, que é preservar as espécies, se nós tornarmos comum ao SAPE os nossos próprios objetivos, de tal modo que ele os interprete como sendo os que deve atingir, na mesma categoria daqueles da Natureza, ele usará todas as energias para atingir nossos objetivos, como faz para garantir a preservação da espécie, pela preservação do indivíduo.

A pesquisa evoluiu então para quando o Homo sapiens ainda não fazia uso da linguagem conceptual. Sua comunicação, quer do indivíduo com seu SAPE, quer entre os membros do grupo, era realizada por imagens, símbolos, como atestam, por exemplo, as figuras rupestres, pois fixavam objetivos, principalmente os de caça, que representam alimentação, sobrevivência, nas paredes de rochedos. Evidentemente, não havia ali nenhuma preocupação artística, mas sim o de reforçar as imagens mentais dos resultados que queria conseguir. A linguagem conceptual é posterior às imagens mentais. No processo de evolução, a Natureza de nada se desfaz. Embora o ser humano use hoje a linguagem com palavras, somente as imagens mentais penetram o SAPE. Mas não são todas imagens mentais que chegam até lá; é preciso que elas mobilizem energias e isso só ocorre se forem capazes de acionar a usina química do organismo. E o Prof. Luiz Machado sentiu a necessidade da existência de um verbo para isso; criou então emotizar (de e(x), “para fora”; motus, “movimento” e o sufixo –izar, que indica “ação demorada”, pois forma verbos freqüentativos, de ação repetida.

Durante 20 anos, o pesquisador brasileiro trabalhou nos testes e comprovações de suas observações e só depois desse tempo considerou que poderia apresentar ao mundo científico o corpo de conhecimentos sistematizados com base nas neurociências e na física quântica, que, adquiridos via observação,  identificação, pesquisa e explicação de determinados fenômenos e fatos, formulados metódica e racionalmente para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização. Ao conjunto desses conhecimentos deu o nome de emotologia, palavra híbrida formada do latim e(x)  “para fora”, motus, “movimento” e o grego lógos, “tratado”, “descrição”. A emotologia veio preencher uma lacuna no universo dos conhecimentos. Não havia até então a sistematização de conhecimentos que poderia ser considerada a verdadeira ciência do ser humano. As ciências que mais se aproximam dessa condição, como a medicina e a psicologia, por exemplo, ocupam-se de patologias, de terapias, pertencem à área da saúde. A psicolingüística, ramo da lingüística que trata dos processos psicológicos envolvidos na linguagem conceptual, também não tem como objeto o estudo e aplicação de conhecimentos para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização.

 
A Ciência do Ser Humano
Inicialmente, façamos algumas considerações sobre ciência. A palavra vem do particípio presente latino sciens, do verbo scire, "saber". Quando queremos ir na essência do conhecimento é sempre aconselhado recorremos à etimologia para aumentar nossa percepção; assim, no caso de ciência, a idéia é mais voltada para o que se sabe e como se sabe que o objeto de estudo.

Na verdade, ninguém sabe realmente o que é ciência, assim como também não se define o que é arte. Mas sabemos que a ciência está mais voltada para a maneira como encaramos o conhecimento, sem distorções, sem quaisquer visões que tentem modificar a análise dos fatos, procedendo com total isenção, e não o tipo de conhecimento em si. A idéia errônea de que ciência é tudo aquilo que dá estouro no laboratório vem do tempo dos alquimistas e é totalmente ultrapassada.

A ciência procura desvendar o oculto por meio da atitude do pesquisador, por procedimentos guiados pelo espírito científico, isto é, com rigor, objetividade, sem preconceitos, sem tendenciosidade, com fundamentos metodológicos precisos.

Em relação à emotologia, comecemos pela origem da palavra: do latim e (x), "fora", "para fora", motio, "ação de mover" e o pospositivo grego –logia, de lógos, "tratado", "estudo de", mais o sufixo –ia, que forma nomes de ciências.

A palavra emotologia é um hibridismo, formada de elementos latinos e (x), motio e outro grego lógos, da mesma forma que a palavra sociologia, do latim socius, "companheiro" e lógos, criada por Auguste Comte para indicar o estudo científico da organização e do funcionamento das sociedades humanas e das leis fundamentais que regem as relações sociais, as instituições etc.

A emotologia é um corpo de conhecimentos sistematizados com base em elementos das neurociências e da física quântica, que, adquiridos via observação direta, identificação, descrição, investigação experimental, pesquisa e explicação teórica de determinadas categorias de fenômenos e fatos, são metódica e racionalmente formulados para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de autopreservação.

Esse é o conceito de emotologia. Conceito é uma síntese de uma noção a que se chegou pelo estudo, pela reflexão, pela experiência. Prefere-se conceito à definição, pois esta última palavra implica contornos bem delineados, com limites bem definidos daquilo que se quer explicar, o que não se consegue com o rigor exigido no campo das ciências.

Vamos analisar o conceito: um corpo de conhecimentos sistematizados. Muitos dos conhecimentos abrangidos pela emotologia encontravam-se esparsamente distribuídos em outros campos do saber humano e aqui nós os reunimos para dar-lhes consistência e destaque tal a sua relevância para as pessoas; com base em elementos das neurociências e da física quântica. A neurociência (esta palavra também é usada no plural: neurociências) indica qualquer ciência que se refere ao sistema nervoso; física quântica, ciência que investiga as leis do universo no que se refere às partículas extremamente pequenas ou no que diz respeito à energia; adquiridos via observação direta. A observação direta é um método científico. O que faz um conhecimento ser científico não é a sua natureza e, sim, a maneira como é estudado e apresentado. A identificação é o ato ou efeito de conhecer, de reconhecer, de distinguir os traços característicos de alguma coisa, no caso, para poder estudá-los com rigor; descrição: depois de observados fenômenos e fatos vem a descrição, que consiste numa representação do que foi verificado; investigação experimental que consiste no fato de as mesmas causas produzirem os mesmos tipos de efeitos, podendo o ato ser repetido. A emotologia tem leis e efeitos; pesquisa é um conjunto de atividades que têm por finalidade a descoberta de novos conhecimentos no domínio científico, literário, artístico etc.; explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos indica o ato de tornar claro aos outros o resultado da observação, identificação e conclusões destacando as características comuns para melhor compreendê-los; são metódica e racionalmente formulados indica que o método científico, com racionalidade, isto é, comparados os dados e informações, deduziram-se conseqüências e foram enunciados de forma precisa conforme os estudos; para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização – aqui está a grande razão de ser da emotologia pois a auto-realização é o maior fator de motivação para que o ser humano cumpra sua destinação biológica e a Natureza persiga sua maior finalidade: a preservação da espécie. Esse é o objeto da Emotologia.

Prof. Luiz Machado, Ph.D.
Saiba mais sobre o criador da Emotologia e fundador da Cidade do Cérebro® >>
 
Outros pilares da Emotologia podem ser encontrados em:
  • Eduard Von Hartmann (1842-1906) que publicou em 1869, a primeira edição de seu livro “A Filosofia do Inconsciente” (no original: "Phylosophie des Unbewussten”). Essa obra tem merecido várias edições e reimpressões, sendo a nossa cópia da 12ª edição, de 1923. É um alentado estudo, em três volumes, sobre o inconsciente, que certamente inspirou Sigmund Freud em sua teoria.
  • Jean Martin Charcot (1825-1893), “o grande Charcot” da Medicina, com quem Freud estudou em Paris, é autor, entre outros trabalhos, do livro “A Fé que Cura” (no original “La Foi qui quérit”).
  • Charles Richet (1850-1935), fisiologista francês que também se interessava pela parapsicologia, Prêmio Nobel em 1913, que escreveu, além de livros sobre sua especialidade, obras como “A Inteligência e o Homem” (no original: "L’Intelligence et L’Homme”, “Tratado de Metapsíquica" (no original: “Traité de Métapsychique”), “Nosso Sexto Sentido" (no original: “Notre Sixième Sens”).

  • Alfred Korzybski (1879-1950), com seu livro “Ciência e Sanidade: Introdução a Sistemas Não-Aristotélicos e Semântica Geral”, de 1933, que, certamente, inspirou os autores da Programação Neurolingüística (PNL) onde se lê, por exemplo, a frase que encerra um dos princípios da PNL: a saber, “o mapa não é o território”, no original: “a map is not the territory it represents” (página 50, da sexta impressão, do livro de Korzybski).
 
 
Emotopedia
Com a Emotopedia ensina-se melhor e mais rápido
Como não existia um termo que expressasse o novo conceito de ensinar mobilizando as potencialidades das pessoas, aproveitando recursos cerebrais normalmente não usados, criamos o termo Emotopedia, com base na Emotologia mais o elemento grego paideía, “educação”.
 
A Emotopedia surgiu para atender necessidades de nossa época em que as pessoas precisam aprender a aprender, aprender a gostar de aprender, aprender a aprender rápido, aprender inteligência e criatividade, e aprender o valor econômico do que aprendem, maximizando recursos.
 
A Emotopedia é a aplicação, no processo ensino/aprendizagem, do conjunto organizado de conhecimentos para promover a mobilização das potencialidades humanas como elemento de auto-realização. A busca da auto-realização é o mais elevado fator de motivação do ser humano.
 
A nova metodologia representada pela Emotopedia volta-se para efetivos resultados, em que jovens e adultos podem conciliar seus objetivos pessoais com os objetivos da escola, da empresa e de outras organizações a que pertençam.
Em relação a crianças, os pais podem aprender com a Emotologia e a Emotopedia como agir para desenvolver-lhes as potencialidades.
 
A Emotopedia toca nos significados das pessoas e a partir daí é que se constróem as sessões de aprendizagem, quer na escola, quer nos lares dos alunos, onde os pais podem contribuir para o sucesso de seus filhos com os conhecimentos que tiverem de como fazê-lo, com base na Emotologia.
 
Nas empresas e outras organizações, a área de recursos humanos pode adotar esta metodologia, com a certeza de melhor qualidade da aprendizagem e a redução do tempo de treinamento em 30 a 40%.
 
A Emotologia fornece elementos à área de recursos humanos para conduzir o processo de mudança nas organizações, dentro do princípio de que ninguém administra senão gente.
 
Não diremos que se trata de uma metodologia revolucionária, porque esta é uma palavra muito forte. Mas, realmente, apresentamos resultados surpreendentes em decorrência, de estudos e pesquisas, realizados pelo Prof. Luiz Machado durante 25 anos, nos Laboratórios de Idiomas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), dos mais de 40 anos em que foi professor naquela universidade estadual.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) é a contrapartida, no Rio de Janeiro, de universidades como a USP e a UNICAMP, em São Paulo.
 
Com a Emotopedia, os pais podem, principalmente com sua atitude, promover o desenvolvimento da inteligência e da criatividade de seus filhos, o que, certamente, vai levá-los a obter melhores notas na escola e a melhor preparação para entrar na universidade ou desenvolver seus estudos acadêmicos.
 
A Emotopedia embasa a inteligência emocional, conceito extraído da teoria, apresentada, em 1984, em congresso, na Suécia, pelo Prof. Luiz Machado, de que a inteligência depende mais do sistema límbico – estruturas do cérebro mais responsáveis pelas emoções –, que do intelecto.
 
Com base na Emotopedia chega-se à aprendizagem acelerativa, conjunto de medidas para criar as condições para que os alunos aprendem melhor e mais rápido, usando os recursos da aprendizagem relacional significativa. A mente se alimenta de relações – a base de todo processo de inteligência e criatividade, e, quando essas relações tocam naquilo que levam as pessoas à realização, temos a aprendizagem SIGNIFICATIVA.
 
• Aprender a aprender, aprender a gostar de aprender, aprender a aprender melhor e mais rápido, aprender o valor econômico do que aprende;
 
 
Superinteligência
Descubra como despertá-la

Desde o surgimento dos testes mentais, no início do século XX, com destaque para aqueles que supostamente mediam a inteligência, os chamados testes de Q.I. (quociente de inteligência ou quociente intelectual), foi despertado nas pessoas o interesse pelas potencialidades humanas, mas nada se fazia para desenvolvê-las.

Havia, na época, uma crença de que a inteligência era inata, hereditária, e que não se podia ensinar uma pessoa a ser inteligente. Essa idéia errônea permaneceu por muito tempo e ainda hoje há quem pense assim por total desinformação ou por interesses inconfessáveis. Não nos esqueçamos de que, em muitos casos, o assunto inteligência tem tido um tratamento mais político que científico.

Após ter firmado as bases da inteligência emocional, o Prof. Luiz Machado, dando prosseguimento aos seus estudos e pesquisas, apresenta agora o conceito de SUPERINTELIGÊNCIA, como resultado da ampliação dos estudos sobre o intelecto, combinados com os da Grande Inteligência, como está relatada em seu livro “O Cérebro do Cérebro”, de 1985.

 

A Superinteligência surge como resultado da mobilização da inteligência própria de cada hemisfério cerebral, sendo o esquerdo o da inteligência racional (do intelecto) e o direito, muito mais abrangente, ligado à Grande Inteligência e às artes, especialmente sensível à música.

 

A Superinteligência surge como evolução dos estudos da inteligência do intelecto e a do SAPE, envolvidos nesse processo os dois hemisférios cerebrais cada qual com suas funções específicas.

A inteligência do intelecto em si já é resultado da evolução humana para atender a necessidades do SAPE, de modo que, quando desenvolvemos a Grande Inteligência já estamos desenvolvendo também a Pequena Inteligência, a do intelecto, além dos procedimentos, atividades e exercícios próprios para isso.

No processo de busca pela Superinteligência, todos os meios mencionados no parágrafo anterior são usados, inclusive os recursos da música, pela primeira vez no mundo com esse propósito.

 
A Superinteligência não é algo que se tenha pronta, é, antes, uma busca constante pela certeza de que se pode exercitá-la e aplicá-la na vida pessoal e profissional.
 
 
 Curso para Autoconhecimento Profundo

Curso de Emotologia

Curso para autoconhecimento ProfundoCurso de Emotologia - "Basic"

Descubra como ampliar o seu nível de consciência por meio da mobilização das potencialidades humanas para atingir objetivos e como elemento de autorrealização; explorando de maneira intensa e profunda a estrutura e dinâmica do comportamento humano com um corpo de conhecimentos científicos, acumulados, organizados e sistematizados, ao longo de mais de 40 anos, pelo Prof. Luiz Machado, Ph.D., que desenvolveu um conjunto de vivências, técnicas, procedimentos, atividades e exercícios para assimilação e prática dos fundamentos da Emotologia para a conquista de resultados superiores na vida pessoal e profissional.

saiba mais >>



 Curso para Coaching

Curso de Coaching com Emotologia

Curso de Coaching com EmotologiaCurso de Práticas de Coaching com Emotologia

Um dos pressupostos da Emotologia é que somente os conhecimentos que penetram num mecanismo cerebral de armazenamento e ação é que conduzem à mudança de comportamento. A Emotologia identifica esse mecanismo como o Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE). Eis aí a razão por que há treinamentos que não produzem resultados nas organizações, é porque as informações transmitidas não foram codificadas de modo a penetrar neste sistema. O Coaching com Emotologia faz uso o tempo todo de recursos para mudar comportamento a fim de obter resultados.

saiba mais >>



Newsletter

O Segredo da Inteligência

Ganhe o e-book:
"O Segredo da Inteligência"

Cadastrando-se gratuitamente na
newsletter da Cidade do Cérebro® e passe a receber
periodicamente os artigos do Prof. Luiz Machado.

saiba mais >>
 
 

21 3592-5047

Cidade do Cérebro, Emotologia, Emotopedia e CLC Idiomas são marcas registradas da Cidade do Cérebro®.
 

ADVERTÊNCIA
A fim de garantir que conhecimentos de Emotologia sejam aplicados corretamente, somente pessoas credenciadas pela Cidade do Cérebro® estão autorizadas
a proferir palestras, ministrar cursos, seminários etc., com base na Emotologia, Emotopedia e Método CLC. Se o interessado tiver dúvida quanto ao
profissional que oferecer tais serviços, certifique-se se a pessoa está qualificada junto à Cidade do Cérebro®, por e-mail, carta ou telefone.
Se for o caso, a Cidade do Cérebro® tomará as providências legais contra violadores do direito das pessoas de terem serviços por profissionais categorizados.