Não queremos que ocorra com você!
A morte social é até pior que a morte física! E a pessoa morta socialmente, quer dizer, quando ninguém a convida nem para missa de 7º dia, é quando ela fica fora do mercado, isto é, quando fica obsoleta. E a obsolescência das pessoas é a mais fácil de ocorrer, se não tiver havido uma preocupação de manter-se no mercado. E, como manter-se no mercado, em uma sociedade de mudanças velozes?
Numa sociedade baseada no conhecimento como a nossa, é preciso aprender a aprender, aprender a aprender melhor e mais rápido, aprender criatividade e inovação e aprender o valor econômico do que se aprende.
Para manter-se no mercado, é preciso concentrar-se nas habilidades, como por exemplo, na capacidade de atualizar-se. Cada vez mais as empresas valorizam as habilidades mais que a experiência. Não importa tanto o que você já fez, em outras circunstâncias, mas sim o que você pode fazer nas circunstâncias atuais e futuras. A solução está mais inclinada para o futuro que para o passado.
A obsolescência, como estamos vendo, não é um problema de idade e, sim, da habilidade (ou capacidade) de manter-se no mercado, atualizando-se não só em relação à sua especialidade, mas também em relação a tudo que cerca as pessoas, uma vez que a pessoa é ela e suas circunstâncias.
Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
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