Na origem da palavra inovação encontramos o latim in, aqui com o sentido de intensidade para seu sentido fundamental de “movimento para dentro” e a acepção de tendência, mudança de estado e o adjetivo novus, “novo”. Assim, inovar é ir em busca do novo e é graças a essa tendência que o processo criativo se realiza conforme múltiplas invenções que surgem em todos os domínios em que se desenvolve a atividade humana.
O “Guia Valor Econômico de Inovação nas Empresas”, de Moysés Simantob e Roberta Lippi, publicado pela Editora Globo, em 2003, explica “Inovar é ter uma idéia que seus concorrentes ainda não tiveram e implantá-la com sucesso.
A inovação faz parte da estratégia das empresas: seu foco é o desempenho econômico e a criação de valor”. Como se vê, o núcleo, o ponto principal da inovação é uma idéia. E quando se fala em idéia no campo empresarial, fala-se em criatividade, que é uma função de marketing, como temos demonstrado em palestras, artigos e livros.
De acordo com o livro acima citado, a inovação classifica-se em: – inovação de produtos e serviços, inovação de processos, inovação de negócios e inovação em gestão.
Nós temos de distinguir entre a inovação radical, que busca uma ruptura, seja num produto, serviço ou processo, e a melhoria contínua, que propõe o aperfeiçoamento do que já existe, dando à inovação o sentido de “agregar algo de novo em”. Acreditamos que o Brasil deve priorizar a melhoria contínua, sem desprezar, é claro, a inovação radical.
A criatividade, como função de marketing, deve “verificar a obsolescência de produtos, melhorar produtos e serviços, inovar processos, desenvolver novos negócios e desenvolver novas estruturas de liderança” (gestão).
Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
|