- Convença-se de que não há memória ruim e, sim, memória mal treinada.
- O interesse é o pai da memória; portanto, tenha interesse por tudo. Qualquer coisa, dentro do âmbito de seus estudos e trabalho ou fora deles deve despertar seu interesse.
- Procure aprender tudo com significado. Todas as coisas são mais do que aquilo que elas apresentam. Descubra esse significado.
- Nunca aprenda itens isolados. Para que haja uma coisa, é preciso que haja três coisas: o que dá origem a ela, a coisa em si e a relação entre elas. Procure sempre aprender o nome todo de uma pessoa, não somente o primeiro nome.
- Na verdade, ninguém quer aprender a memorizar, pois isso é um processo natural. O que é preciso aprender é lembrar, é trazer à lembrança dados e informações.
- Aprenda a ver. Aprenda a sentir as coisas pelo tato. Aprenda a distinguir cheiros. Aprenda a distinguir sons. Como fazer tudo isso? Prestando toda atenção ficando inteiro naquilo que estiver fazendo no momento.
- Para lembrar, é muito útil ter laços mentais, pontos que vão buscar, por associações de idéias aquilo que queremos trazer à mente. “Laços mentais” são pontos de referência.
- Descubra o tipo de informação: Números? Rimas? Relacionando? Entendendo por raciocínio? Criando imagens mentais da situação?
- Cada uma das modalidades, apresentadas no item anterior, constitui um código. Procure memorizar então em mais de um código.
- Use os recursos do sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE) [Vejam em Emotologia], que é o nosso deus interior. Peça ao SAPE que lhe forneça o item que você quer lembrar. Faça isso e aguarde com a certeza de que será atendido.
Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
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