O verbo da língua inglesa to cope significa “enfrentar (algo)” e dele se forma o substantivo verbal da forma do gerúndio coping para indicar a “ação de enfrentar algo”.
Neste artigo, usaremos coping na acepção de “enfrentamento de situações adversas, quer na vida pessoal, quer na vida profissional.
O saber lidar com as situações adversas, como, por exemplo, uma doença, é reconhecido pela medicina como “metade da cura”. Iniciamos pelo exemplo da doença, mas, na vida, enfrentamos muitos outros tipos de casos complicados, muitos outros tipos de situações adversas: perdas, frustrações, prejuízos, humilhações, fracassos ocasionais etc., etc.
A primeira regra para lidar com esses tipos de situações é saber que elas são passageiras e que, se deixarem marcas, estas podem ser suplantadas pela Lei da Emotização Dominante, da Emotologia. Uma boa pergunta a se fazer quando uma situação adversa surge é: qual será a importância deste acontecimento daqui a seis meses, daqui a um ano?
A segunda regra é ter um objetivo logo após o acontecimento triste, frustrante, desastroso, trágico etc. Muitas vezes, podemos colher os cacos que sobraram de um acontecimento e montar com eles um objetivo. Um objetivo claramente definido contribui para a cura de muitos males e solução de muitos problemas.
Muitos acontecimentos nos “marcam”, isto é, cientificamente falando, eles deixaram registros moleculares (marcas químicas) e estarão sempre à espreita para virem à tona, na lembrança, a qualquer momento. Esses acontecimentos tiveram enorme carga emocional, daí o registro químico, e jamais podem ser apagados, mas podem ser superados por outros acontecimentos em forma de quadros mentais emotizados, pois o cérebro não distingue entre o que é real e o que é vividamente imaginado.
As adversidades podem ser superadas com estratégias de enfrentamento adequadas.
A Emotologia cuida detidamente deste assunto.
Professor
Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
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